Will, Gui e o encantamento

Buenas!

Neste primeiro depoimento, vou retratar alguns momentos vividos com o meu querido primo de 2ºgrau, Guilherme (com aproximadamente 8 meses), filho da prima poeta, Ana dos Santos.

Quero falar sobre encantamento. A primeira vez que olhei nos olhos daquela pessoinha tão pequenina, ficamos encantados um pelo outro. Talvez pela sensibilidade e outras coisas maravilhosas que a vida nos oferece, sem muitas explicações racionais. Foi como uma hipnose. Ficamos parados durante uns 5 minutos! E a Ana dizia: “Olha o Gui! Gostou do Wil!”. O por quê? Não sei. Desconfio, mas não sei.

Depois daquele dia, nos encontramos novamente no aniversário do meu pai, num restaurante localizado no Brick da Redenção. Após o almoço, fomos para o sol passear no parque. Em pouco tempo, já estava com o guri nos braços. Ficamos lá, a brincar, pular, fuçar, dançar e olhar – e aprender. Ele não parou um minuto! Por mais de uma hora, nos divertimos e nos entendemos nos movimentos. E eu, encantado fiquei com a sua doçura e verdade no olhar.

O foco que desejo ampliar é a maneira carinhosa e amorosa com a qual pode se desenvolver a educação e a persona de uma criança, e no como isso interfere no modo com que ela se relacionará com outras pessoas, e posteriormente com o mundo e a vida. E mais: no quanto podemos gerar encantamento e permitir-se encantar pelos pequenos gestos e olhares de uma criança.

William Freitas

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3 Comentários on “Will, Gui e o encantamento”

  1. Lindo, emocionante, fui ás lágrimas…Wil querido, o que o Gui vê nos teus olhos é aquele menino que dançava “michael jackson” nas reuniões dançantes da minha adolescência! O Gui é doce e verdadeiro como todas as crianças são ou deveriam ser. Quero aprender com ele a resgatar minha menina interior! Abraço poético, Ana! Dance, dance, dance !

  2. Bom, sou suspeita…mas confesso que o Will, além de grande amigo e querido “filho”, é depositário de experiências da infância muito vivas. Vivas porque, nos ensaios, e a cada nova busca, revela um Will plenamente conectado com a sua infância. Tudo para ele é memória recente!

  3. Então Jussara, o Will já nasceu bailarino, sempre, vivia dançando! E tinha uns cachinhos loiros, um anjinho bailarino! Tudo de bom esse projeto! Tóin! abraço poético, Ana


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